sexta-feira, 19 de maio de 2017

BOMBA: Bento XVI sai em defesa do Cardeal Sarah

Bento XVI entra em campo para frear a deriva litúrgica e apoiar o Cardeal Sarah.

Em 2014, Bento XVI apoiou publicamente aqueles a quem chamou de “grandes cardeais”, em mensagem lida publicamente em Missa no Rito Tradicional celebrada na Basílica de São Pedro pelo Cardeal Burke, que, à época, perdia todos os postos que ocupava. Agora, sai novamente em defesa de outro Cardeal que perdeu completamente seu prestígio em Roma e viu sua Congregação ser sitiada por membros de orientação progressista, após algumas mínimas tentativas de restaurar certa dignidade na liturgia.
Por Riccardo Cascioli, La Nuova Bussola Quotidiana, 18 de maio de 2017 | Tradução: FratresInUnum.com – “Com o Cardeal Sarah a liturgia está em boas mãos.” Assinado: Bento XVI. O que à primeira vista pode parecer um simples gesto de respeito, é, na realidade, uma verdadeira bomba. Isso significa, de fato, que o Papa Emérito – apesar de seu estilo discreto – saiu diretamente em campo na defesa do Cardeal Robert Sarah, como prefeito da Congregação para o Culto Divino, que agora se encontra isolado e marginalizado pelos novos nomeados pelo Papa Francisco, e publicamente desautorizado em seu discurso pelo próprio Papa.
O gesto dramático de Bento XVI chegou sob a forma de um prefácio de um livro do Cardeal Sarah, “La Force du silence” (O Poder do Silêncio), ainda não traduzido em italiano. O texto de Bento XVI deverá ser publicado nas próximas edições do livro, mas já foi divulgado ontem pelo site americano First Things.
Nele, Bento XVI elogiou muito o livro do Cardeal Sarah e o próprio Sarah, definindo-o como “mestre espiritual, que fala das profundezas do silêncio com o Senhor, expressão de sua união íntima com Ele, e que por isso tem algo a dizer para cada um de nós” .
E no final da mensagem ele se diz grato ao Papa Francisco  por “ter nomeado um tal mestre espiritual à frente da Congregação para a celebração da liturgia na Igreja”. É uma nota que seria mais uma armadura do que gratidão real. Não é segredo o fato de que ao longo do último ano, o Cardeal Sarah foi gradualmente deposto de fato, primeiramente com a nomeação dos membros da congregação que tiveram o êxito de cercar Sarah com elementos progressistas abertamente hostis à “reforma da reforma” pedida por Bento XVI e que o cardeal guineense tentava colocar em ação. Em seguida, a desautorização aberta da parte do papa a respeito da posição do altar; e depois, a nova tradução dos textos litúrgicos que seria resultado de estudos de uma comissão criada sem o conhecimento e contra o Cardeal Sarah. Finalmente, os movimentos para estudar a criação de uma missa “ecumênica” ignorando a própria Congregação.
Trata-se de uma deriva que atinge o coração do pontificado de Bento XVI, o qual colocava a liturgia no centro da vida da Igreja. E no documento agora publicado, o Papa Emérito relança um aviso sério: “Assim como para a interpretação da Sagrada Escritura,  também para a liturgia é verdade que se faz necessário um conhecimento específico. Mas também é verdade para a liturgia que na especialização pode faltar o essencial se esta não estiver enraizada em uma profunda união interior com o Igreja orante, que sempre está aprendendo novamente com o Senhor o que vem a ser a verdadeira adoração”.  Daí a declaração final que soa como um aviso: “Com o Cardeal Sarah, mestre do silêncio e da oração interior, a liturgia está em boas mãos.”
Esta intervenção de Bento XVI, que tenta blindar o Cardeal Sarah e legitimá-lo efetivamente como chefe da Congregação para a Liturgia, não tem precedentes. E embora a forma é a de um comentário “inofensivo” em um livro, ninguém pode fugir do significado eclesial deste movimento, que indica a preocupação do Papa Emérito pelo que está acontecendo no coração da Igreja.
Bento XVI intervém agora sobre algo que talvez melhor tenha caracterizado o seu pontificado: “A crise da Igreja é uma crise da liturgia”, ele foi capaz de falar, e tal julgamento foi relançado pelo Cardeal Sarah. Mas não devemos esquecer o que Monsenhor Georg Geinswein disse em uma entrevista recente, de modo aparentemente inocente, ao responder a uma pergunta sobre a confusão que existe na Igreja e as divisões que surgiram. Ele disse que Bento  XVI acompanha atentamente a tudo o que acontece na Igreja. E agora vemos que, no silêncio, começa a dar alguns passos.
Via: Fratres In Unum

terça-feira, 16 de maio de 2017

Núncio Apostólico se recusa a receber carta contra as reformas


O Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d’Aniello representante do Papa no país se recusou a aceitar uma carta de movimentos de esquerda contra as reformas da previdência e trabalhista. Segundo apurado pelo jornalista Gabriel Mascarenhas o Núncio e o presidente Temer se encontraram no inicio do mês. A postura adotada pela Nunciatura é de imparcialidade perante o momento político, algo totalmente diferente da CNBB que nunca escondeu suas preferências politicas por pautas comunistas. 

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Centenário de Fátima e os erros da Rússia

Rússia. Por que Nossa Senhora de Fátima estava tão preocupada com a Rússia?

Quando realmente compreendemos o comunismo, a propagação dos erros da Rússia torna-se reconhecível


John-Henry Westen – LifeSiteNews – 4/4/2017 – | Tradução: Sensus Fidei –  Como venho pesquisado Fátima em razão das várias palestras este ano, vi-me confrontado repetidamente pela insistência de Nossa Senhora na consagração da Rússia. Que depois de feita, bem como a prática dos Primeiros Cinco Sábados de reparação, Nossa Senhora prometeu que a Rússia seria convertida e um período de paz seria dado ao mundo. Se não, a Rainha do Céu advertiu, a Rússia “espalhará seus erros por todo o mundo, causando guerras e perseguições à Igreja”. Ela acrescentou: “Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas”.
“Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará”, disse Ela. “O Santo Padre consagrará a Rússia a mim, e ela se converterá, e um período de paz será concedido ao mundo”.
Claro, o Papa João Paulo II confiou o mundo ao Imaculado Coração em 1984, mas ainda esperamos esse período de paz. Temos visto mais guerras, massacres, mártires e abortos no último meio século do que nunca. Sinceramente, ainda não vimos a aniquilação de várias nações. Mas o que tudo isso tem a ver com a Rússia?
A Rússia, na mente da maioria das pessoas, é a originadora do comunismo – pensado principalmente para ser um sistema econômico que compete com o capitalismo. No entanto, quando realmente compreendemos o comunismo, a propagação dos erros da Rússia torna-se reconhecível.
“The Naked Communist” [literalmente, O Comunista Nu] é a mais direta e concisa fonte que delineia as metas e a ideologia comunista. Foi escrito por W. Cleon Skousen, um ex-agente do FBI que usou muitas fontes originais e a melhor inteligência do FBI durante sua investigação da infiltração comunista nos Estados Unidos. O livro está catalogado no Registro do Congresso e o presidente Ronald Reagan comentou sobre ele dizendo: “Ninguém está mais qualificado para discutir a ameaça do comunismo a esta nação”.
Uma seleção dos objetivos do comunismo listados por Skousen servem para ilustrar a sua disseminação por todas as nações, especialmente no Ocidente:
– Eliminar todas as leis que regulam a obscenidade chamando-as de “censura” e uma violação da liberdade de expressão e da imprensa livre.
– Quebrar as normas culturais de moralidade promovendo pornografia e obscenidade em livros, revistas, filmes, rádio e TV.
– Apresentar a homossexualidade, a degeneração e a promiscuidade como “normal, natural, saudável”.
– Infiltrar-se nas igrejas e substituir a religião revelada pela religião “social”. [grifos nossos]
– Desacreditar a Bíblia e enfatizar a necessidade de maturidade intelectual que não necessita de uma “muleta religiosa”.
– Eliminar a oração ou qualquer fase de expressão religiosa nas escolas com o fundamento de que ela viola o princípio da “separação entre Igreja e Estado”.
– Desacreditar a família como instituição. Incentivar a promiscuidade, a masturbação e o divórcio fácil.
– Enfatizar a necessidade de afastar as crianças da influência negativa dos pais. Atribuir “preconceitos, bloqueios mentais e retardamento das crianças à influência supressiva dos pais”.
Além do comunismo, no entanto, outro dos erros da Rússia se espalhou por todo o mundo – o aborto. O aborto foi primeiramente legalizado na Rússia em 1920. Até hoje, a Rússia tem a maior taxa per capita de aborto no mundo. Com uma população de 143 milhões, há 1,2 milhões de abortos por ano.
Não há dúvida de que as predições e promessas de Maria se tornarão verdadeiras. Nossa Senhora de Fátima previu a Segunda Guerra Mundial e até previu um sinal de alerta que a precederia. Ela alertou sobre a praga maciça de impureza que infestou o planeta. Ela deu aos fiéis as tarefas para que sejam cumpridas a fim de que se realize o Triunfo do seu Imaculado Coração e Ela será fiel a essas profecias também.
Então, como nós honramos nossas próprias mães este mês, vamos examinar novamente os pedidos de Nossa Senhora e colocá-los em prática. Ela pediu oração, particularmente o Santo Rosário e a devoção do Escapulário Marrom. Ela pediu a reparação pelos pecados e atos perpetrados contra a Graça de Deus e blasfêmias contra os Sagrados Corações de Jesus e Maria, especialmente com a prática dos Primeiros Cinco Sábados. E, finalmente, pediu a consagração ao Imaculado Coração de Maria, tanto a título pessoal como, publicamente, a da Rússia pelo Papa e todos os bispos de todo o mundo.
Quase todas essas questões estão sob o nosso controle pessoal. Não há melhor momento do que este ano, especialmente durante o tempo da Ressurreição, a época da Páscoa, para implementar essas práticas em nossas vidas. Empunhemos a arma do Rosário – nosso cordão umbilical que nos liga à Nossa Mãe Celestial. Façamos a devoção dos Primeiros Cinco Sábados e ensinemo-la aos nossos filhos. Consagremo-nos ao Coração Imaculado como ensinou São Luís de Montfort e São João Paulo, “indispensável para todo aquele que quer se entregar sem reservas a Cristo e à obra da redenção”.
Via: Sensus Fidei 

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Notícia de demissão do Padre Rodrigo Maria é falsa


Diante das notícias veiculadas por meios de comunicação de uma suposta demissão do estado clerical do Padre Rodrigo Maria (Fundador da Fraternidade Arca de Maria) o mesmo através de nota confirmou que a informação é falsa e que não existe nenhuma sentença contra ele. 

Nota na íntegra: 

ESCLARECIMENTO SOBRE A FALSA DEMISSÃO CLERICAL.
Que Deus abençoe a todos...Eu, Pe. Rodrigo Maria, esclareço a quem se interessar, que a notícia de que fui demitido do estado clerical divulgada pelo Site "Elo da Fé", de um sacerdote da diocese de Uberlândia, é completamente falsa e em nada corresponde a verdade.
Não é de agora que alguns padres e bispos vem se esforçando para denigrir minha imagem para desacreditarem o que prego e ensino, que não é outra coisa do que a Palavra de Deus e a doutrina de sempre da Igreja.
Não compactuo com a mentalidade e prática revolucionária adotada e seguida por muitos padres e bispos. Reafirmo minha fé cristã Católica em total obediência a Santa Igreja. O esforço leviano que muitos padres e bispos têm feito para denegrirem os padres e fiéis católicos que não se alinham ao modernismo e às mentalidades revolucionárias, é realmente estarrecedor. Entretanto seguirei pregando o Evangelho e a doutrina Católica de Sempre, pelo fato de crer em Jesus Cristo e em tudo o que Ele ensinou.
Jamais quero pecar por omissão, privando tantos dentre o povo de Deus de conhecer a verdade que salva e liberta. Já bastam os meus muitos defeitos e fraquezas, para somar a estes os graves pecados da omissão, da covardia e da falta de caridade.
Seguirei lutando junto com aqueles que crêem em Cristo e em sua Santa Igreja.
Estamos juntos.

-HONRA E FORÇA
-POR DEUS E PELA RAINHA

Escravo inútil da Virgem Maria

Via Ascom do Padre Rodrigo Maria 

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Dom Fernando Guimarães celebrou Pontifical Solene na Festa de São Pio V

 

Missa Pontifical no Faldistório: Festa de São Pio V. Celebrada por Dom Fernando Guimarães, Arcebispo Militar do Brasil, na Capela de Nossa Senhora das Dores em Brasilia no ultimo dia 05 de Maio. 
Veja as fotos: 






















Via mídias sociais do Instituto do Bom Pastor Brasil 

terça-feira, 9 de maio de 2017

Dom Odilo discorda da CNBB sobre posição política


Em dissonância com a cúpula da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, adotou um tom mais brando sobre as principais reformas defendidas pelo governo Michel Temer.
"Penso que de toda maneira há necessidade de reformas tanto na lei trabalhista como na lei da Previdência", disse nesta segunda-feira (10), na sede da Cúria Metropolitana. "Sim, acho que é necessário fazê-las e fazê-las bem."
Em março, o conselho permanente da maior entidade católica do país divulgou uma nota para manifestar "apreensão" com as mudanças na Previdência propostas por Temer. O prelúdio cita uma passagem do livro de Amós (Antigo Testamento): "Ai dos que fazem do direito uma amargura e a justiça jogam no chão".
"Os direitos sociais no Brasil foram conquistados com intensa participação democrática; qualquer ameaça a eles merece imediato repúdio", diz o texto, assinado por presidente, vice e secretário-geral da CNBB, respectivamente dom Sergio da Rocha, dom Murilo Krieger e dom Leonardo Steiner.
Para o 1º de Maio, uma nova mensagem, desta vez sobre "o risco de perda de direitos trabalhistas e de precarização das relações de trabalho", como disse dom Sergio à Folha.
Na semana passada, em entrevista à Rede TV!, Temer afirmou que a oposição às reformas vinha de "uma parte da CNBB e nada mais do que isso". "E o que está acontecendo com uma parte da CNBB, não é que eles estejam contra, é que eles fazem uma coisa que a Igreja sempre fez, que é proteger os pobres", acrescentou.
Segundo dom Odilo, os comunicados do alto escalão da entidade não falam por todos os bispos. "Aquelas manifestações não tiveram apoio explícito da CNBB."
"É claro que há bispos mais afinados com certas tendências", disse o arcebispo paulista.
Por se tratar "de um assunto complicado que mexe com os brasileiros", críticas de parte do bispado "são muito normais". Só não devem ser confundidas com uma posição oficial contra a gestão Temer, até porque "a CNBB não é sindicato ou partido que se manifesta a favor ou contra o governo".
Dom Odilo destaca que os textos que hoje tramitam pelo Congresso já sofreram muitos ajustes, ou seja, dá para discutir como melhorar as reformas. "Estamos num momento de diálogo."
"Por outro lado, é difícil que todos se sintam satisfeitos. Também há situações de difícil ajuste. Em alguns casos, trata-se de perder posições alcançadas, diríamos privilégios", afirmou.
REFORMA POLÍTICA
O líder católico também defendeu outra reforma, esta mais distante do horizonte do atual governo: a política.
Ele repercutiu a nota "Grave Momento Nacional", na qual a CNBB abordou a "crise ética" num país refém do "fisiologismo político que leva a barganhas sem escrúpulos", pediu uma "profunda reforma do sistema político" e se mostrou apreensiva com "a ascensão de salvadores da pátria", caso o desinteresse do povo por seus governantes avance.
"Não se poderia pensar numa democracia sem haver ampla liberdade de organização política", afirma dom Odilo. Mas a "infinidade de partidos" é "excessiva" e deve ser combatida por uma "boa reforma política", diz.
Mesmo as siglas maiores não devem ganhar cheque em branco da sociedade, segundo o católico. "Evidentemente que com isso não se está dizendo que partidos podem ser corruptos, fazer maracutaia."
Fora de moda com o eleitorado, os políticos tradicionais ainda importam, diz dom Odilo. "Com quem nós devemos contar se não com eles? Não são todos que estão corrompidos. Devemos considerar que há políticos honestos também."
Já candidatos "antipolíticos que se apresentam como messiânicos" provocam receio. "A história mostrou que alternativas personalistas não são boas para a sociedade."
Questionado sobre o prefeito João Doria, um dos que veste esse manto do "antipolítico", dom Odilo afirma que às vezes "discurso e realidade podem não sintonizar". "Quem governa faz política."
Via: Folha de São Paulo

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Cardeal Burke virá ao Brasil em Junho

Através de sua assessoria de imprensa a Editora Ecclesiae confirmou para Junho a vinda do Cardeal Raymond Leo Burke  para o lançamento do Livro "O Amor Divino Encarnado" que fala sobre a Sagrada Eucaristia como o sacramento da caridade a luz de São João Paulo II e Bento XVI. O Cardeal Burke é conhecido mundialmente por ser um fiel defensor da Sã Doutrina, por se opor as heresias contra o matrimonio e por ser um dos formuladores das Dubias, também constantemente celebra Missas, Pontificais Solenes e Ordenações segundo a Forma Extraordinária do Rito Romano(Rito de São Pio V).
O Cardeal estará em Brasília no dia 16 de junho de 2017, às 19h, no hotel Windsor Plaza, no Rio de Janeiro no dia 18 de junho de 2017, às 19h, no hotel Windsor Guanabara , e em São Paulo no dia 21 de junho de 2017, às 19h, no Renaissance São Paulo Hotel.

Fiquem ligados em breve mais informações. 


A França escolhe se tornar um Califado

Encerrando nossa cobertura das eleições francesas mais um texto do jurista e comentador político Taiguara Fernandes: 

Acabei de ver o discurso de Marine Le Pen, reconhecendo a derrota. A avaliação que ela faz é correta: no primeiro turno das eleições francesas, ocorreu a queda das forças tradicionais do espectro político; no segundo turno, houve uma recomposição deste espectro, não mais dividido entre direita e esquerda, mas entre patriotas e globalistas.
Essa recomposição é um convite eloquente ao surgimento, como ela falou, de uma "nova força política", que deverá ser cada vez mais parecida com o bem-sucedido UKIP, dos britânicos, e se formará pela manutenção da aliança com o Debout la France, de Nicolas Dupont-Aignan (que já carrega consigo parte de Les Républicains). Por isso, no ato, Marine Le Pen mesma renunciou ao posto de líder do (antigo?) Front National.
Conquistando mais de 1/3 dos votos válidos, a proposta patriótica criou uma base firme -- ainda que derrotada -- para o futuro (se houver).
Na prática, Macron só foi eleito com 38% dos votos, pois o índice de abstenções, brancos e nulos, juntos, foi igualmente de 38%. Marine Le Pen, portanto, teve 24% dos votos reais.
Isso demonstra que a proposta patriótica e eurocética é viável e que existe um amplo terreno para trabalhá-la (pelo menos tão amplo quanto a própria votação de Macron). Mas isso não poderá ser feito através do Front National, cuja carga histórica é um impedimento. O partido precisa, portanto, ser refundado.
A ausência de Marion Maréchal-Le Pen se explica: se ela será "a nova cara" desta nascente força política, como alguns dizem, então ela não pode estar presente no instante em que a antiga força morre.
Até a próxima eleição presidencial francesa, se ainda houver França. (Nota do Editor) 
*Título também é acréscimo do editor

sábado, 6 de maio de 2017

O FIM DA UNIÃO EUROPÉIA?

É tudo ou nada. Amanhã, 7 de maio, uma semana antes do centenário de Nossa Senhora de Fátima, poderemos presenciar o rasgão definitivo na textura do monstrengo globalista que parasita a Europa.
Por qual motivo a União Européia pode acabar?
Após o Brexit, que sacramentou a retirada da Inglaterra do bloco, a eleição de Marine Le Pen e sua promessa de fazer o mesmo pela França (o "Frexit") significaria retirar da UE o segundo de seus pilares fundamentais em menos de um ano.
Com isso, certamente seria desencadeado um movimento de dominós, em que outros países menores, insatisfeitos com o bloco e com as imposições absurdas de seus burocratas, se sentiriam encorajados para também promover a sua retirada, agora que já precedidos por duas grandes potências européias.
Por esse motivo, a eleição de amanhã é, realmente, tudo ou nada para o movimento globalista. E eles não querem perder: as denúncias de fraude, de eleitores excluídos de listas, de cártulas de votação adulteradas, são muitas.
Mesmo assim, eu acredito que Marine Le Pen tem condições de vencer. Ontem eu publiquei um texto neste perfil e um artigo no Senso Incomum explicando as razões desta convicção (o link para o artigo se encontra nos comentários). Uma análise das tendências verificadas no eleitorado permite concluir que a candidata de Front National tem boas chances de vitória.
As pesquisas continuam apontando que Macron vencerá com 62% dos votos, mas devemos observar estas sondagens com muita cautela, não só pelo erro verificado no Brexit e na eleição de Trump, mas também porque as pesquisas ignoram um fator fundamental: a abstenção e o desejo que o eleitor tem de sair para votar.
Numa eleição tão polarizada, em que se embatem dois candidatos diametralmente opostos, o clima de "já ganhou" em que está imersa a campanha de Macron pode acabar se tornando um tiro no pé: seus eleitores sentem que não precisam votar, enquanto os eleitores de Le Pen tendem a sair de casa exatamente para barrar o adversário.
A essa hora, amanhã, saberemos o vencedor das eleições francesas. Boas tendências acompanham Marine Le Pen. Torçamos para que elas se confirmem e o povo francês diga "não" ao bloco europeu e à islamização de seu país.
E com isso, talvez, passemos a experienciar o fim da União Européia.

Texto do jurista e comentarista político Taiguara Fernandes 

Marine Le Pen deve vencer as eleições francesas neste domingo


(...)pelo menos, é isso que apontam as tendências de voto que eu e André Andrade analisamos numa matéria completíssima, para o Senso Incomum.
Por que acreditarmos nisso?
Em resumo, pelo seguinte:
1 – O eleitorado de Jean-Luc Mélenchon é formado, em sua maior parte, por operários que votaram pela proteção de seus empregos e contra o “mercado global”, representado por Emmanuel Macron e todos aqueles que o apoiam. Este eleitorado deve, em alguma medida, migrar para Le Pen, pois não se trata de um voto totalmente ideológico.
2 – O eleitorado de François Fillon ainda é composto por muitos conservadores gaullistas (seguidores da linha de Charles de Gaulle, que priorizam a herança cultural francesa) e católicos. Os dois grupos têm grandes problemas com Macron e tendem a votar em Le Pen, contra o candidato globalista. Os primeiros, por se oporem à diluição da França na União Européia; os segundos, por saberem que Macron sustenta pautas morais inaceitáveis e que sua eleição representa mais cinco anos de islamização da França.
3 – O voto de contestação ao establishment está muito forte nestas eleições. Como Macron é visto – e Le Pen tratou de enfatizar bastante isso – como um ex-Ministro de Hollande, um banqueiro e alguém que se aliou com todas as raposas velhas das tradicionais esquerda e direita francesas, a tendência de voto contrário a ele por simples contestação ao estamento burocrático também se verifica.
4 – Tanto na extrema-esquerda, quanto no centro e na direita, existem largos setores que compartilham com Marine Le Pen uma plataforma eurocética. O voto contra a União Européia, se somados todos os candidatos que propuseram isso, é avassalador. A candidata de Front National tem condições de colher parcelas desses votos que, no cômputo final, farão toda a diferença.
5 – Marine Le Pen fez um bom trabalho no segundo turno, ajustando seu discurso para obter respaldo junto ao eleitorado gaullista de Fillon. Nomeou Dupont-Aignan, conservador gaullista e candidato derrotado pelo Debout la France, como seu primeiro-ministro, demonstrando maturidade política e capacidade de concessão, pelo bem maior da França, um ato que foi clara sinalização aos setores conservadores ainda desconfiados do seu partido.
6 - Quanto ao eleitorado de Jean Luc-Mélenchon, o convite da extrema-esquerda à abstenção deve favorecer a candidata de Front National, pois seriam votos naturalmente contrários a ela, com os quais Macron não poderá contar. E, destes votos, ainda há aqueles que votarão em Le Pen, tratados no item 1.
Essas e outras tendências, minuciosamente delineadas no nosso artigo, se confirmadas, nos permitem apostar numa vitória apertada de Marine Le Pen, talvez entre 51-52% dos votos.
Contudo, existe um problema: perder a França é uma perspectiva horrível para a elite globalista ocidental. Depois do Brexit e de Trump, uma nova surpresa seria inaceitável. Por esse motivo, os globalistas estão atuando de forma ostensiva para fraudar as eleições. São muitas as denúncias de fraude, também tratadas no artigo. Esta tendência negativa, incontrolável e de alcance imprevisível, certamente poderá prejudicar Marine Le Pen e, talvez, seja o seu maior -- ou único -- obstáculo nesse momento. Portanto, muita cautela quanto a esse ponto é necessária.
Resta torcer para que as tendências se confirmem e o povo francês saia para votar – e rezar para que sejam em número maior que a fraude já em ação.
Link para a nossa análise no Senso Incomum: http://buff.ly/2pKQoNK

Texto do comentarista Político e Jurista Taiguara Fernandes.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Trump anistia Freiras Católicas perseguidas por Obama


Hoje, Dia Nacional da Oração (National Day of Prayer), o Presidente Donald Trump chamou ao palco principal, para uma saudação especial, as freiras da Congregação Little Sisters of the Poor.
Você sabe quem elas são?
As Little Sisters of the Poor foram algumas das principais vítimas da perseguição religiosa promovida pelo governo de Barack Obama. Quando o Obamacare, a lei de saúde pública do presidente democrata, obrigou todas as instituições de saúde e hospitais a fornecerem contraceptivos, inclusive esterilização e pílulas abortivas, as religiosas resistiram ao governo, afirmando que estas práticas ofendiam a religião católica e violavam sua consciência.
Como Obama nunca respeitou a consciência de ninguém, bom aspirante de Lênin que é, partiu para o ataque violento contra as Little Sisters of the Poor, o que acabou gerando uma enorme batalha judicial, que foi parar na Suprema Corte. Obama utilizou até mesmo a Receita Federal americana para perseguir as freirinhas!
Donald Trump assinou hoje uma Executive Order para garantir a liberdade religiosa das Little Sisters of the Poor e outras entidades, excetuando-lhas da obrigação de fornecer contraceptivos e abortivos, como queria Obama. Trump também determinou que o governo federal desista de todas as batalhas judiciais contra as freiras.
A presença das Little Sister of the Poor no palco principal é um ato de justiça do Presidente Trump, mas também um exorcismo do espírito totalitário que invadiu a Casa Branca por oito anos.
Sim, estamos diante de um grande Presidente.

Informação e Texto originais extraídos do Facebook do comentarista politico  e jurista Taiguara Fernandes

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Atentado terrorista na Avenida Paulista

Na noite de ontem durante protesto contra a Lei de Migração organizado por movimentos patriotas, houve um atentado terrorista, praticado por imigrantes árabes, segundo noticiou a Folha.Uol foi preso Hasan Zarif, líder do movimento Palestina para Todos e Nur por jogar bombas contra os manifestantes, tudo isso aconteceu em plena avenida paulista o coração do país. O Instituto Bento XVI repudia qualquer ato de violência contra cidadãos brasileiros e manifesta seu apoio ao movimento pelo veto da Lei de imigração, a Europa já sofre hoje com os danos causados pelas fronteiras abertas e por uma política globalista, ainda dá tempo de livrarmos nossa nação desta desgraça. 



terça-feira, 2 de maio de 2017

Cardeal Sarah: A Igreja está sob risco de cisma

Por LifeSiteNews, Nova York, 24 de abril de 2017 | Tradução: FratresInUnum.com
 O Cardeal Robert Sarah advertiu que a unidade da Igreja está sendo ameaçada por líderes influentes que, de dentro dela, “insistem” na ideia de que igrejas nacionais têm a “capacidade de decidir por si mesmas”  sobre questões morais e doutrinais.
“Sem uma fé comum, a Igreja é ameaçada pela confusão e então, progressivamente, pode acabar deslizando para a dispersão e o cisma”, disse ele.
“Hoje existe um sério risco de fragmentação da Igreja, de se dividir o Corpo Místico de Cristo ao insistir na identidade nacional das igrejas e, portanto, na sua capacidade de decidir por si mesmas, sobretudo no domínio tão crucial da doutrina e da moral”, acrescentou.
Católicos professam todos os domingos no Credo Niceno que a Igreja é “Una, Santa, Católica e Apostólica.” Estas são as quatro “marcas” assim chamadas da una e verdadeira Igreja.
Sarah, que vem de Guiné, fez os comentários quando foi perguntado em uma entrevista, no dia 18 de abril, pela organização “Ajuda à Igreja que Sofre” sobre a relação entre a “Igreja Africana” e a “Igreja Universal”.
O cardeal, que é o Prefeito da Congregação para o Culto Divino, afirmou que, estritamente falando, não existe tal realidade como  “Igreja Africana.”
“A Igreja Universal não é uma espécie de federação de igrejas locais”, disse. “A Igreja Universal está simbolizada e representada pela Igreja de Roma, com o Papa como sua cabeça, o sucessor de São Pedro e o chefe do colégio Apostólico, portanto, é ela que deu à luz a todas as igrejas locais e é ela que as sustenta na unidade da fé e do amor”.
Os comentários de Sarah serão vistos por alguns como uma oposição ao impulso que o Papa Francisco está dando às conferências episcopais de cada país, garantindo-lhes mais poder, até mesmo para resolver disputas doutrinais e morais.
Em sua exortação Evangelii Gaudium de 2013, o Papa Francisco pediu uma “conversão do papado”, que iria ajudá-lo  no “exercício” do ministério petrino.  Ele criticou no mesmo documento  a “centralização excessiva” do poder no ofício de Pedro, sugerindo que as conferências episcopais devem ser “empoderadas” com “autoridade doutrinária genuína.”
Francisco também escreveu sobre uma Igreja descentralizada em sua Exortação Amoris Laetitia de 2016: “Gostaria de deixar claro que nem todas as discussões sobre assuntos doutrinais, pastorais e  morais precisam ser resolvidas por intervenções do Magistério… Cada país ou região,  além disso, podem procurar soluções mais adequadas à sua cultura e sensíveis às suas tradições e as necessidades locais. “
Segundo o Arcebispo Stanislaw Gadecki, presidente da Conferência dos bispos da Polônia, o papa disse aos bispos poloneses no ano passado, que uma Igreja descentralizada seria capaz de interpretar encíclicas papais e resolver questões controversas, como dar a comunhão aos católicos divorciados e recasados civilmente.
Na entrevista à Ajuda à Igreja que Sofre, o Cardeal Sarah disse que a Igreja só vai crescer em todo o mundo se estiver unida pela “nossa fé em comum e nossa fidelidade a Cristo e ao seu Evangelho, em união com o Papa.”
“Como o Papa Bento XVI nos diz: ‘É claro que a Igreja não cresce ao tornar-se individualizada, separando-se a nível nacional, encerrando-se fora do contexto ou dentro de um contexto culturalmente específico, ou se outorgando um papel inteiramente cultural ou nacional. Em vez disso, a Igreja precisa ter unidade de fé, unidade de doutrina, unidade de ensino moral. Ela precisa do primado do Papa e de sua missão de confirmar na fé seus irmãos”, disse ele.
Mais adiante na entrevista, Sarah disse que a Igreja estaria “gravemente equivocada” se pensasse que questões de justiça social como a luta contra a pobreza e ajudar os migrantes são sua verdadeira missão.
“A Igreja está gravemente equivocada quanto à natureza da crise real, se ela acha que sua missão essencial é oferecer soluções para todos os problemas políticos relacionados com a justiça, a paz, a pobreza, a recepção de migrantes, etc… enquanto negligencia a Evangelização”, disse.
O cardeal disse que enquanto a Igreja “não conseguir dissociar-se dos problemas humanos”, ela acabará por “falhar em sua missão”, se ela se esquecer de seu verdadeiro propósito. Sarah, em seguida, baseou-se em Yahya Pallavicini, uma ex-católica italiana que se converteu ao Islã, para conduzir seu argumento: "Se a Igreja, com a obsessão que tem hoje com os valores da justiça, dos direitos sociais e da luta contra a pobreza, acabar, como resultado, por esquecer sua alma contemplativa, ela irá falhar em sua missão e será abandonada por muitos de seus fiéis, devido ao fato de que eles não mais reconhecerão nela o que constitui sua missão específica."
Via: Fratres In Unum 

sábado, 29 de abril de 2017

O fracasso da Greve Geral e o colapso da CNBB


"As minhas ovelhas ouvem a minha voz, eu as conheço e elas me seguem" João 10, 27

A Greve Geral organizada pelos movimentos sindicais e com o apoio da CNBB não passou de um grande fracasso, segundo os dados da Policia Militar não conseguiu reunir nem 100 mil pessoas em todo o país, número insignificante diante dos milhões que foram as ruas pelo impedimento da ex-presidente Dilma em um passado recente. O protesto de ontem se resumiu a atos de guerrilha com pneus queimados, patrimônio (Público e Privado) depredados e sem apoio nenhum da população de bem da nação brasileira. 

Mesmo com todo o apoio da CNBB os fieis Católicos não aderiram em massa ao movimento, e a convocação religiosa se resumiu ao grito de poucos religiosos que envergonham os Santos da Igreja ao colocar o santo hábito religioso para um movimento ideológico, mas que ao termino o retira para colocar as vestes da mundanidade. Os fieis não seguiram a orientação dos Bispos, porque conhecem a voz do Bom Pastor que é o próprio Cristo Jesus. 

A Igreja Santa, Pura e irrepreensível aos olhos de Deus resistirá a todas essas chagas e ressurgirá vitoriosa no horizonte do Cruzeiro do Sul. Ela que é Santa, Católica, Apostólica e Romana. Roguemos para que Deus mande pastores segundo o seu coração para a terra de Santa Cruz e não mercenários. 

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Nota: Sobre o apoio dos Bispos a Greve Geral

(Imagem meramente representativa da CNBB)

Muitos Bispos Católicos estão se manifestando a favor da Greve Geral marcada para o dia de amanhã (28), mas o que poucas pessoas sabem é tal movimento que se diz contra a reforma da previdência e a reforma trabalhista é orquestrada pelos movimentos de esquerda, os mesmos que até pouco tempo atrás saqueavam a Nação. Estes mesmos Bispos ficaram calados durante o saqueamento que a Nação passou durante mais de década de Governo populista, durante a aprovação do aborto no STF de maneira inconstitucional (Fizeram uma simples nota), durante a aprovação também de maneira inconstitucional da união civil homossexual; mas agora de maneira prodigiosa despertam do sono. É vergonhoso para os Católicos verem seus pastores sendo guiados por motivos partidários e não pelos ensinamentos dos Evangelhos.  

Não se trata de ser a favor das reformas em sua forma atual, mas sim questão de coerência, pois estes movimentos são contra a Lava-Jato e não tem o sentimento nacional de Pátria, o maior objetivo é a propaganda política do ex-presidente Lula. Muito nos entristece saber que Bispos sucessores dos Apóstolos, revestidos da plenitude do Sacerdócio de Cristo convoquem os fieis a participarem de tais atos, porém deve ser ressaltado que esta não é uma posição oficial da Igreja Católica, mas sim pessoal de alguns Bispos e da CNBB.

Em relação as reformas o Instituto Bento XVI declara que elas devem ser feitas, todavia não aceitamos a forma que o atual governo (Que foi aliado do PT durante mais de uma década) o faz. É impossível manter a previdência nos atuais moldes, acreditamos que seja necessário uma revisão urgente dos super-salários e um rigor maior  na concessão de certos benefícios temporários. Defendemos o fim do imposto sindical, maior flexibilidade na relação empregado-empregador com enfase em mudanças drásticas na CLT (Adequando-se ao exemplo Norte-Americano) redução de impostos sobre as empresas, diminuição da interferência do estado na economia, privatização dos Correios e a quebra de seu monopólio. Estas reivindicações se feitas com o verdadeiro sentimento patriótico, sobre o brilho das cores nacionais e não sobre a desgraça vermelha, serão motivos de progresso e glória para o Brasil. 

Pedimos a Nossa Senhora Aparecida que abençoe a Nação Brasileira e que dê discernimento ao Episcopado para que se guie pela luz da Verdade e não pela via ideológica da esquerda. 

sexta-feira, 21 de abril de 2017

IBP: Semana Santa no Rito Tradicional em 5 Capitais Brasileiras

Nunca se teve tantas Missas Tridentinas no Brasil desde a Reforma Litúrgica de 60 como agora, além dos Neo-sacerdotes das Dioceses que frenquentemente aderem a Liturgia de Pio V, devido as vocações Brasileiras do Instituto do Bom Pastor foi possível pela primeira vez que a Semana Santa fosse celebrada segundo a Forma Tradicional do Rito Romano em 5 Capitais diferentes neste ano de 2017. São Paulo, Curitiba, Brasilia, Recife e Belém tiveram essa graça, com a grande participação dos fieis que em sua grande maioria são jovens, mostrando a força da tradição ao atrair as novas gerações. 

Recife - Padre José Luiz Zucchi, IBP.



Curitiba: Padre Renato Coelho, IBP. 

São Paulo: Padre Luiz Fernando Pasquotto, IBP.


 Belém: Padre Tomás Parra, IBP. 

 Brasília: Padre Thiago Bonifácio e Daniel Pinheiro, IBP.

Via: Meios de comunicação do IBP - Brasil 

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Santa Sé permite Missa Tridentina dedicada ao Imaculado Coração de Maria no Centenário de Fátima

Mais uma boa notícia vinda de Roma: a Comissão Pontifícia Ecclesia Dei publicou hoje um decreto com o qual se permite que, no próximo dia 13 de Maio, os sacerdotes que celebram o Rito Romano Antigo (vulgo Missa Tridentina) celebrem uma Missa votiva de II classe. Deverão, para esse propósito, usar os textos e as orações da Missa votiva do Imaculado Coração de Maria, que, no calendário antigo, se celebra no dia 22 de Agosto.

No texto, escrito em latim, justifica-se esta concessão pela comemoração dos 100 anos das aparições de Nossa Senhora de Fátima.

OBS: O indulto tem valor apenas neste ano de 2017, a não ser que posteriormente a Memória de Nossa Senhora do Rosário de Fátima seja incorporada ao Missal Antigo pela Santa Sé. 


Via: Senza Pagare

terça-feira, 4 de abril de 2017

Papa concede a FSSPX a faculdade de celebrar matrimônios

Tradução: Instituto Bento XVI - Todos os direitos reservados

No ano passado a Santa Sé já havia concedido a permissão para a celebração canonicamente regular dos sacramentos da Ordem e da Confissão, e desta vez concede por vontade do Santo Padre, o Papa Francisco a faculdade para a celebração do Sacramento do Matrimônio. (Adição do editor)
O Cardeal Muller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e Presidente da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, junto com o secretário Mons. Guido Pozzo tornou pública uma carta dirigida aos bispos e cardeais que contém a decisão do Papa Francisco de conceder a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, fundada por Mons. Lefebvre as faculdades necessárias(...) para celebrar matrimônios com regularidade canônica, as quais até agora eram celebradas reconhecendo o direito de necessidade. 
Sem dúvida é um novo passo para a clara e completa regularização que parece estar realizando-se por etapas.
Abaixo o texto Original publicado pela Santa Sé: 
CARTA DE LA PONTIFICIA COMISIÓN «ECCLESIA DEI»
A LOS PRELADOS DE LAS CONFERENCIAS EPISCOPALES INTERESADAS
ACERCA DE LA LICENCIA
PARA LA CELEBRACIÓN DE LOS MATRIMONIOS
DE LOS FIELES DE LA FRATERNIDAD DE SAN PÍO X
Eminencia:
Excelencia Rev.ma:
Como Vd. sabe, desde hace algún tiempo se están realizando encuentros e iniciativas para conseguir la plena comunión con la Iglesia de la Fraternidad Sacerdotal San Pío X. En concreto, recientemente el Santo Padre ha decidido conceder a todos los sacerdotes del mencionado Instituto las facultades para confesar válidamente (cf. Carta Apostólica Misericordia et misera, n. 12), asegurando la posibilidad de que la absolución sacramental de los pecados por ellos administrada sea recibida válida y lícitamente.
En la misma línea pastoral, que pretende tranquilizar la conciencia de los fieles –no obstante, que la situación canónica de la Fraternidad S. Pío X continúa siendo, por ahora, objetivamente  ilegítima– el Santo Padre, a propuesta de la Congregación para la Doctrina de la Fe y de la Comisión Ecclesia Dei, ha decidido autorizar a los Reverendísimos Ordinarios a que concedan las licencias para asistir a los matrimonios de fieles que siguen la actividad pastoral de la Fraternidad, según las siguientes indicaciones.
Siempre que sea posible, el Obispo delegará a un sacerdote de la Diócesis para asistir a los matrimonios (o bien, a un sacerdote de otra circunscripción eclesiástica con las debidas licencias) recibiendo el consentimiento de los cónyuges durante la celebración del matrimonio que en la liturgia del Vetus Ordo se realiza al inicio de la Santa Misa. Ésta la celebra, después, un sacerdote de la Fraternidad.
Allí donde ello no sea posible o no haya sacerdotes de la Diócesis que puedan recibir el consentimiento de las partes, el Ordinario puede conceder directamente las facultades necesarias a un sacerdote de la Fraternidad que celebrará también la Santa Misa, advirtiéndole de la obligación de hacer llegar cuanto antes a la Curia diocesana la documentación del matrimonio celebrado.
A los Prelados de las Conferencias Episcopales interesadas
Este Dicasterio confía en Su colaboración con la convicción de que con estas indicaciones no sólo se podrán remover los escrúpulos de conciencia de algunos fieles unidos a la FSSPX y la falta de certeza sobre la validez del sacramento de matrimonio, sino que al mismo tiempo, se avanzará hacia la plena regularización institucional.
El Sumo Pontífice Francisco, el 24 de marzo de 2017, en la audiencia concedida al Cardinal Presidente, ha aprobado la presente Carta y ha ordenado su publicación.
Dada en Roma, en la Sede de la Congregación para la Doctrina de la Fe,  27 de marzo de 2017.
Gerhard Card. Müller

Presidente
Guido Pozzo

+ Arzobispo tit. de Bagnoregio
Secretario

Via: Adelante la Fé