sábado, 24 de junho de 2017

Caso de Dom Vital foi um erro que não deve se repetir jamais, diz Príncipe Imperial

O caso de Dom Vital foi um erro histórico que não deve se repetir jamais, diz Dom Bertrand


Em entrevista a Rádio Catedral FM na noite de ontem, o Príncipe Imperial do Brasil S.A.I.R Dom Bertrand respondeu a várias perguntas polêmicas como o caso do Bispo de Olinda Dom Vital e sobre a maçonaria, de forma eloquente o príncipe lamentou o ocorrido com o prelado e afirmou com convicção o ensinamento do magistério que condena a maçonaria como uma doutrina humanista. (Nota do Editor)


Hoje(23) em nosso programa Hora da Treta, com apresentação minha, do Padre Nivaldo e Alexandre Varela, e que vai ao ar toda sexta às 18h10 pela Rádio Catedral FM 106,7, tivemos como entrevistado um ilustre convidado: Dom Bertrand, o herdeiro da coroa real da família imperial brasileira. 
Entre os muitos assuntos abordados, ele foi interrogado sobre a relação da maçonaria com a casa imperial nos tempos passados e a intensa perseguição produzida à pessoa de Dom Vital, que de maneira inédita na história brasileira inquiriu clérigos e membros da sociedade civil por fazerem parte dos interesses de sociedades secretas maçônicas. 
O bispo de Olinda foi enérgico no trabalho de purificação dos ambientes eclesiais. Contudo, isso lhe custou um alto preço. Toda máquina do Império se moveu contra ele até a sua condenação e o encerramento de sua pessoa ao isolamento e silêncio para o resto da vida. 
Sobre as relações entre Império e Maçonaria, e o caso Dom Vital, assim respondeu Dom Bertrand: “A posição da Família Imperial é a posição de todo católico: a Igreja Católica proíbe, sob pena de excomunhão, a pessoas que participassem dessas seitas secretas.
E no caso de Dom Vital foi um erro histórico que jamais deve se repetir! A princesa Isabel era muito católica […]. 
A nossa posição é exatamente a posição da Santa Igreja Católica, que estava no código de direito canônico de São Pio X, e que está no atual código em uma nota de pé de página, a proibição de participar de todas essas seitas secretas que possui uma agenda laicista que visa um estado sem Deus, ou ao menos indiferentismo diante das várias religiões […]” 
Com esta resposta, os católicos interrogantes acerca da obscuridade do passado da família imperial vêem nisso um grande passo de reparação da memória do grande bispo Dom Vital e uma justa medida para entender a realidade atual da casa imperial afastando possíveis desconfianças que pudessem haver no que tange a idoneidade da fé católica dos herdeiros do Império. 


Via Site do Padre Augusto Bezerra

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Primeira Missa Solene no Recife desde a reforma litúrgica

É com grande alegria que anunciamos a visita do Neossacerdote, o Rvmo. Pe. Marcos Mattke, IBP a Recife. Trata-se de uma grande honra, acima de tudo, porque Recife será a cidade onde o neossacerdote rezará a sua Primeira Missa Solene. Convém ressaltar também que trata-se da primeira celebração deste porte, segundo o rito romano tradicional, que será celebrada na Arquidiocese de Olinda e Recife, desde a reforma litúrgica de 1969.


Para que isso seja possível, contaremos também com a presença de mais dois sacerdotes do Instituto do Bom Pastor: o Rvmo. Pe José Luiz Zucchi, que já exerce um apostolado regular nesta arquidiocese e o Rvmo. Pe. Pedro Gubitoso, atual vigário paroquial da Paróquia de Saint-Éloi em Bordeaux, na França.
Gostaríamos de convidar a todos para este grande acontecimento no sábado (08/07/2017), às 09:00 na Igreja Madre de Deus.

Com informações da Missa Tridentina no Recife

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Cardeais pedem audiência com Papa para tratar das "Dubias" da Amoris Laetitia

Importante: Cardeais autores de “dubia” pedem audiência ao Papa.


Beatíssimo Padre,

é com uma certa trepidação que me dirijo a Vossa Santidade nestes dias do tempo pascal. Faço-o em nome dos Em.mosSenhores Cardeais Walter Brandmüller, Raymond L. Burke, Joachim Meisner, e em meu próprio nome.
Desejamos antes de mais renovar a nossa absoluta dedicação e o nosso amor incondicionado à Cátedra de Pedro e à Vossa augusta pessoa, na qual reconhecemos o Sucessor de Pedro e o Vicário de Jesus: o “doce Cristo na terra”, como gostava de dizer Sta. Catarina de Sena. Não é a nossa em absoluto aquela posição de quantos consideram vacante a Sede de Pedro, nem a de quem pretende atribuir também a outros a responsabilidade indivisível do “munus” petrino. Move-nos tão-só a consciência da responsabilidade grave que provém do “munus” cardinalício: ser conselheiros do Sucessor de Pedro no seu ministério soberano; e do Sacramento do Episcopado, que “nos constituiu como bispos para apascentar a Igreja, por Ele adquirida com o seu próprio sangue” (Act 20, 28).
A 19 de Setembro de 2016, entregámos a Vossa Santidade e à Congregação para a Doutrina da Fé cinco “dubia”, rogando-Lhe que dirimisse incertezas e fizesse clareza sobre alguns pontos da Exortação Apostólica pós-sinodal “Amoris Laetitia”.
Não tendo recebido qualquer resposta da parte de Vossa Santidade, chegámos a decisão de, respeitosa e humildemente, pedir-Lhe Audiência, conjunta, se assim Lhe aprouver. Juntamos, como é praxe, uma Folha de Audiência em que expomos os dois pontos que desejaríamos poder tratar com Vossa Santidade.
Beatíssimo Padre,
passou já um ano desde a publicação de “Amoris Laetitia”. Neste período foram dadas em público interpretações de alguns passos objectivamente ambíguos da Exortação pós-sinodal, não divergentes do, mas contrárias ao permanente Magistério da Igreja. Conquanto o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé tenha declarado mais de uma vez que a doutrina da Igreja não mudou, apareceram numerosas declarações de bispos, cardeais e até mesmo de conferências episcopais, que aprovam o que o Magistério da Igreja jamais aprovou. Não apenas o acesso à Santa Eucaristia daqueles que objectiva e publicamente vivem numa situação de pecado grave, e pretendem nela continuar, mas também uma concepção da consciência moral contrária à Tradição da Igreja. Sucede assim – oh, e quão doloroso é vê-lo! – que o que é pecado na Polónia é bom na Alemanha, o que é proibido na Arquidiocese de Filadélfia é lícito em Malta, e assim por diante. Vem-nos à mente a amarga constatação de B. Pascal: “Justiça do lado de cá dos Pirenéus, injustiça do lado de lá; justiça na margem esquerda do rio, injustiça na margem direita”.
Numerosos leigos competentes, que amam profundamente a Igreja e são solidamente leais à Sé Apostólica, dirigiram-se aos seus Pastores e a Vossa Santidade, para serem confirmados na Santa Doutrina no que respeita aos três sacramentos do Matrimónio, da Confissão e da Eucaristia. Aliás, nestes últimos dias, em Roma, seis leigos provenientes de todos os Continentes propuseram um Seminário de estudo que contou com grande assistência, e que deu pelo título significativo de: “Fazer clareza”.
Diante de tão grave situação, em que muitas comunidades cristãs se estão a dividir, sentimos o peso da nossa responsabilidade, e a nossa consciência força-nos a pedir humilde e respeitosamente Audiência.
Apraza a Vossa Santidade recordar-se de nós nas Vossas orações, como nós Vos asseguramos que o faremos nas nossas; e pedimos o dom da Vossa Bênção Apostólica.
Carlo Card. Caffarra
Roma, 25 de Abril de 2017
Festa de São Marcos Evangelista

*
FOLHA DE AUDIÊNCIA
1. Pedido de clarificação dos cinco pontos indicados nos “dubia”; razões para tal pedido.
2. Situação de confusão e desorientação, sobretudo entre os pastores de almas, “in primis” os párocos
Informações e matéria do Fratres In Unum 

domingo, 18 de junho de 2017

Imagens do Cardeal Burke no Brasil (Belém e Brasília)

Confira as imagens dos Pontificais Solenes do Cardeal Burke em Belém do Pará e Brasília. Pela primeira vez o purpurado que é um dos signatários das Dubias pisa em terras brasileiras,  ainda na programação de sua visita a terra de Santa Cruz está as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. 




















Via: Meios de comunicação do Instituto do Bom Pastor 

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Missa com o Cardeal Burke em Belém do Pará

Missa Pontifical de Corpus Christi celebrada pelo cardeal Burke, seguida de procissão, na Igreja do Rosário às 10h em Belém do Pará. Outras cidades do Brasil estão marcando Missas com o Cardeal, em breve divulgaremos. 


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Comissão de Justiça e Paz é refundada no Recife

A Arquidiocese de Olinda e Recife refundou no último dia 25 a Comissão Arquidiocesana de Justiça e Paz, órgão criado por Dom Hélder Câmara durante o Regime Militar e que havia sido extinto em 1985. Afinal qual o intuito disto? Será realmente para aplicar a doutrina social da Igreja ou para difundir o imanentismo barato, sem a ortodoxia da Fé como Dom Hélder fazia? 


Imagem do Site da Arquidiocese de Olinda e Recife

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Donald Trump encontra o Papa Francisco no Vaticano

O presidente dos EUA foi acompanhado por uma comitiva de 12 pessoas, incluindo sua esposa Melania, vestida de preto e com um véu para cobrir o rosto, como requer protocolo das visitas de presidentes de Estados. Era também entre os presentes a filha Ivanka e seu marido Jared Kushner. O encontro durou cerca 30 minutos.
"É uma grande honra." "Não se esqueci de suas palavras", disse Donald Trump durante a saudação ao Papa, repetui estas palavras antes e depois do encontro a portas fechadas. Papa Francisco durante todo encontro manteve uma expressão de seriedade, ponderando um sóbrio sorriso durante os momentos da acolhida.
Enquanto isso, dezenas de milhares de fiéis estavam em fila para a audiência geral na Praça de São Pedro, com os bispos das 226 dioceses italianas para celebrar a missa na Basílica, incluindo também um matrimonio.
A chegada de Trump
A delegação presidencial percorreu o trajeto ao longo da Via della Conciliazione passando por trás de Santa Marta e entrou na "Porta del Perugino" às 8:16 desta manha. Quatro minutos depois, Trump foi recebido no pátio de San Damaso por Dom Georg Gänswein que acompanhou o presidente americano e sua esposa Melania no Palácio Apostólico.
Depois das saudações, o pontífice presenteou o presidente dos Estados Unidos exortação com a "Evangelii gaudium" a "Amoris laetitia" e a encíclica "Louvado seja", sobre a protecção da criação, como faz normalmente com os Chefes de Estado. 

Além disso deu-lhe uma cópia da mensagem dedicada ao Dia da Paz de 2017: um texto focalizado nos temas da "não-violência como forma de uma política de paz", um apelo aos poderosos da terra "em favor do desarmamento" e, em particular, "para a proibição e eliminação das armas nucleares."

Para reforçar a mensagem, entre os presentes havia também a representação de uma oliveira para a paz. Ambiente, a paz, migração, desarmamento, os mesmos temas que Tramp discutiu mais tarde na entrevista com o Secretário de Estado Pietro Parolin (que durou 50 minutos) e com secretário para as Relações com os Estados, Paul Richard Gallagher.
Presidente Trump deu ao Pontífice uma grande caixa de livros dizendo 'este é um presente para o Senho, contém os livros de Martin Luther King, espero que goste …
Cidade do Vaticano - De José Renato Ramos - em ocasião da visita do Presidente USA Donald Trump no Vaticano -24/05/2017 - Roma















Via: José Renato Ramos - Também com imagens do G1

sexta-feira, 19 de maio de 2017

BOMBA: Bento XVI sai em defesa do Cardeal Sarah

Bento XVI entra em campo para frear a deriva litúrgica e apoiar o Cardeal Sarah.

Em 2014, Bento XVI apoiou publicamente aqueles a quem chamou de “grandes cardeais”, em mensagem lida publicamente em Missa no Rito Tradicional celebrada na Basílica de São Pedro pelo Cardeal Burke, que, à época, perdia todos os postos que ocupava. Agora, sai novamente em defesa de outro Cardeal que perdeu completamente seu prestígio em Roma e viu sua Congregação ser sitiada por membros de orientação progressista, após algumas mínimas tentativas de restaurar certa dignidade na liturgia.
Por Riccardo Cascioli, La Nuova Bussola Quotidiana, 18 de maio de 2017 | Tradução: FratresInUnum.com – “Com o Cardeal Sarah a liturgia está em boas mãos.” Assinado: Bento XVI. O que à primeira vista pode parecer um simples gesto de respeito, é, na realidade, uma verdadeira bomba. Isso significa, de fato, que o Papa Emérito – apesar de seu estilo discreto – saiu diretamente em campo na defesa do Cardeal Robert Sarah, como prefeito da Congregação para o Culto Divino, que agora se encontra isolado e marginalizado pelos novos nomeados pelo Papa Francisco, e publicamente desautorizado em seu discurso pelo próprio Papa.
O gesto dramático de Bento XVI chegou sob a forma de um prefácio de um livro do Cardeal Sarah, “La Force du silence” (O Poder do Silêncio), ainda não traduzido em italiano. O texto de Bento XVI deverá ser publicado nas próximas edições do livro, mas já foi divulgado ontem pelo site americano First Things.
Nele, Bento XVI elogiou muito o livro do Cardeal Sarah e o próprio Sarah, definindo-o como “mestre espiritual, que fala das profundezas do silêncio com o Senhor, expressão de sua união íntima com Ele, e que por isso tem algo a dizer para cada um de nós” .
E no final da mensagem ele se diz grato ao Papa Francisco  por “ter nomeado um tal mestre espiritual à frente da Congregação para a celebração da liturgia na Igreja”. É uma nota que seria mais uma armadura do que gratidão real. Não é segredo o fato de que ao longo do último ano, o Cardeal Sarah foi gradualmente deposto de fato, primeiramente com a nomeação dos membros da congregação que tiveram o êxito de cercar Sarah com elementos progressistas abertamente hostis à “reforma da reforma” pedida por Bento XVI e que o cardeal guineense tentava colocar em ação. Em seguida, a desautorização aberta da parte do papa a respeito da posição do altar; e depois, a nova tradução dos textos litúrgicos que seria resultado de estudos de uma comissão criada sem o conhecimento e contra o Cardeal Sarah. Finalmente, os movimentos para estudar a criação de uma missa “ecumênica” ignorando a própria Congregação.
Trata-se de uma deriva que atinge o coração do pontificado de Bento XVI, o qual colocava a liturgia no centro da vida da Igreja. E no documento agora publicado, o Papa Emérito relança um aviso sério: “Assim como para a interpretação da Sagrada Escritura,  também para a liturgia é verdade que se faz necessário um conhecimento específico. Mas também é verdade para a liturgia que na especialização pode faltar o essencial se esta não estiver enraizada em uma profunda união interior com o Igreja orante, que sempre está aprendendo novamente com o Senhor o que vem a ser a verdadeira adoração”.  Daí a declaração final que soa como um aviso: “Com o Cardeal Sarah, mestre do silêncio e da oração interior, a liturgia está em boas mãos.”
Esta intervenção de Bento XVI, que tenta blindar o Cardeal Sarah e legitimá-lo efetivamente como chefe da Congregação para a Liturgia, não tem precedentes. E embora a forma é a de um comentário “inofensivo” em um livro, ninguém pode fugir do significado eclesial deste movimento, que indica a preocupação do Papa Emérito pelo que está acontecendo no coração da Igreja.
Bento XVI intervém agora sobre algo que talvez melhor tenha caracterizado o seu pontificado: “A crise da Igreja é uma crise da liturgia”, ele foi capaz de falar, e tal julgamento foi relançado pelo Cardeal Sarah. Mas não devemos esquecer o que Monsenhor Georg Geinswein disse em uma entrevista recente, de modo aparentemente inocente, ao responder a uma pergunta sobre a confusão que existe na Igreja e as divisões que surgiram. Ele disse que Bento  XVI acompanha atentamente a tudo o que acontece na Igreja. E agora vemos que, no silêncio, começa a dar alguns passos.
Via: Fratres In Unum

terça-feira, 16 de maio de 2017

Núncio Apostólico se recusa a receber carta contra as reformas


O Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d’Aniello representante do Papa no país se recusou a aceitar uma carta de movimentos de esquerda contra as reformas da previdência e trabalhista. Segundo apurado pelo jornalista Gabriel Mascarenhas o Núncio e o presidente Temer se encontraram no inicio do mês. A postura adotada pela Nunciatura é de imparcialidade perante o momento político, algo totalmente diferente da CNBB que nunca escondeu suas preferências politicas por pautas comunistas.